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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

LÁPIS, PAPEL E TECNOLOGIA

As pessoas têm relação de amor e ódio com determinadas coisas. Eu tenho uma relação de necessidade e ódio com a tecnologia.
Apanho horrores e dolores dos computadores... dos celulares, das impressoras, dos I-pads, I-pods, dos nets ou nots ou MP qualquer número.
Eu apago arquivos, os corrompo, os perco. Estresso-me, deterioro-me de cansaço, de angústia por não saber lidar com essas coisinhas. Elas são tão inteligentes e tão anti-humanas que quando você mais precisa, elas, por birra, por ódio de você, gente, empancam como jumento com raiva de apanhar do dono.
E por mais que você aperte aqui ou acolá, elas, essas geringonças tecnológicas sabem como tirar um homem do sério. Viramos joguetes em suas "mãos".
Matrix! Será que é verdade?
Começo a sentir-me mal só em pensar.
Sabe, não dispenso a boa e velha dupla do papel e lápis. (Podem até falhar, mas dão menos dor de cabeça.)
Um lápis, se não escreve mais, se falha, pode ser substituído por outro, tomado de empréstimo a qualquer um que passar. Sempre há um lápis no bolso, na bolsa, na mochila...
Um pedaço de papel?! Até no banheiro se acha. 
Agora um PC, um net ou not... Quem sai por aí emprestando?
Difícil, né?
Lápis e papel. Que dupla espetacular. É que nem Batman e Robin, He-Man e Gato Guerreiro, Chitãozinho e Xororó, goiabada com queijo (Ai, Macabea!)... perfeita.
Conviver com essa dupla é desistir de ter raiva, frustração ou outro sentimento pior para com esses trecos high tec.
Confesso que necessito, sim, dessas modernidades, mas amá-las... Jamais! 
Ou pelo menos enquanto existir lápis e papel entre nós.


Bia Crispim


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