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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

MULHERES

Conheço muitas mulheres fantásticas em minha vida. 
E fortes. 
Mulheres que lutam para existir, para ser. 
Fontes de inspiração...
Algumas amigas, outras irmãs e umas desconhecidas admiradas de longe.
Conheço muitas mulheres e espelho-me naquilo que acho mais maravilhoso em seu sexo: a força.
Ô bicho forte é o chamado mulher!
Tão sedutoras, tão manipuladoras, porém, tão ingênuas diante da virilidade.
Quantas delas já não vi sucumbirem, prostrarem-se e submeterem-se. Condicionarem-se a pedir permissão, para olhar, para sentir, para ser. 
Vi perderem a auto-estima e transferirem seu poder ao outro, ao macho.
Oh, fêmeas, por que  fizestes assim?
Indaguei a várias e a resposta sempre estava na esperança de que um dia ele a entendesse. E se transformasse.
Pobres mulheres!... não sabem que a testosterona não muda, diferentemente delas que são transmorfas a vida inteira?!
Mulheres fragilizam-se. Sangram para viver, para renovar, para fertilizar. 
Tão poderosas fragilidades que fertilizam o homem de longe, aguça-o.
Tão fortes, se fazem de frágeis para satisfazer o varão. (Decepcioná-lo para quê?)
Será tanta bondade e compaixão para com ele, necessária?
Sim, eles são muitos mais frágeis. 
Mas elas fingem não entender. 
Acomodam-se e acostumam-se à ideia de forte que os homens criaram pra si mesmos.
Testosterona louca... iludi-os tanto. E a mulher, sabedora disso, fingi, disfarça.
Engraçado essa relação! 
Será assim que o poder controlador da mulher potencializa-se?
Brincar de súdita alimenta o sonho masculino do poder, poder este que na verdade é da mulher.
Como é bom enganá-los! Como é bom brincar com eles!, os homens.
As mulheres divertem-se. 
Mas muitas vezes, se perdem no jogo e acabam vencidas.
Péssimas jogadoras!
Desse jeito, ficam em desvantagem. 
Conseguem reverter o jogo?
Sim e não!
Quando querem. 
Ou quando realmente deixam de amar. (Será possível isso?)
Mulheres!
Fortes, mas amanteigadas de amor, fragilizam-se. 
Untadas de paixão, tornam-se presas.
Porém... enriquecidas de luxúria e sedução, tornam-se armas letais para os machos desavisados e desentendidos.
Jogo bom esse. O dos bichos diferentes da mesma espécie.
Aprendi a ser mulher... forte... mas hoje estou derretida e só penso em brincar!
Atreve-se?!

Bia Crispim

Um comentário:

  1. Lindo texto, querida amiga!
    Soubeste transmitir bem o que é ser uma mulher.
    Aliás, soubeste não! Sabes!
    Te adoro!
    Beijos vermelhos.

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